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Home Archive for 2015
Eu só queria encontrar meu lugar no mundo, infelizmente você nunca me deixou participar do seu. Irônico que agora que meu mundo está completo você queira fazer parte dele. 
É irônico como baixei os CD’s das suas bandas favoritas, só para saber qual era aquela música que você cantava baixinho quando estava entediado.  Eu adorava quando você se dizia curioso sobre quem eu era, na época eu até achava bonitinho. Minha cegueira me impediu de ver que eram apenas jogos de conquista, você nunca se interessou por quem eu realmente sou.

Eu sempre ansiei para encontrar meu lugar no mundo, infelizmente você nunca me deixou participar do seu. Suas palavras foram só brisa macia trazendo a tempestade, afinal.

Me incomoda o fato como você sempre soube que secretamente eu olhava as fotos que você curtia, e assim no dia que você pretendia terminar, antes de me dizer qualquer coisa você curtiu as fotos dela. Então eu soube, eu só não quis acreditar e me rendi pela primeira vez ao otimismo. Só para acabar tendo certeza que ele não funciona.
Ela que era a mulher perfeita, que saiu dos seus sonhos. Até nos sorrisos dela você queria se encaixar, sinto muito, mas ela te deixou e despedaçou seu coração, a mulher dos seus sonhos também foi a dos seus pesadelos. Lembro perfeitamente como me disse cabisbaixo que se tornara só cacos e que eu ajudei a juntar. Agora vejo que não valeu de nada o que fiz, pq para você nem o meu sentimento mais profundo fez diferença.
Dói perceber que amei sozinha, me abri com você e contei como meu coração era um mar de feridas e como tinha medo de relacionamentos e já estava tão machucada, que "nós" deveria ser uma má ideia. Mas você me abraçou olhou firmemente nos meus olhos e prometeu que seria a diferença que minha vida precisava.
Já tinha ouvido isso antes, mas mesmo assim inocentemente eu acreditei. Que tola eu fui, não? E de novo está aqui meu coração, bem mais ferido que antes. 

Aos seus presentes, dei-lhes lugar no fundo de uma gaveta, espero que funcione assim também o meu coração.  Poder colocar tudo que sinto lá no fundo, até esquecer-me do que senti. 
Me pergunto se quando ele fala comigo, quando me chama nas redes sociais é por pena, ele sempre foi bem amável. É a cara dele fazer algo assim, não por maldade, meio inevitável é um defeito dele, tentar consolar a dor que causou.

Ele era amável demais, me lembrava minha infância, quando minha avó me oferecia bolos com excesso de cobertura, quando ainda me poupavam das verdades, para não entender o que era sofrer. Ele me lembrava noites de verão, sabe aquelas que você junta todas as pessoas que ama para comer, beber e rir por horas? Isso é o que ele é.

Sei que em nossa despedida ele foi uma das criaturas mais frias do universo, ah eu bem sei, eu congelei naquele dia, suas palavras da brisa macia que sempre foram, tornaram-se nevoa e meu coração que antes era brasa, virou gelo. Me pergunto se em algum momento encontrarei uma forma de aquecer o frio que me tomou.

E a “pena, dó, compaixão” que sempre foram os sentimentos que mais condenei, que mais evitei, foram dos quais sobrevivemos. Foi exatamente saber da existência deles que mais me destruiu. Amei demais, me entreguei demais, me iludi demais, chorei demais, infelizmente meu sinônimo sempre foram os excessos.

Foi muita soma para algo que aos poucos é cada vez menos, para algo que achava que seria multiplicação. Ao menos, agora, eu sei que posso seguir em frente. O amor não pode ser individual, não funciona, por isso ele machuca. As pessoas tendem a ser individualistas e meu problema é que sempre preferi trabalhar em dupla.

Eu nunca escrevi sobre o que sentia por você, até não poder sentir mais.
Ela morreu de fome, um dia acordou e simplesmente percebeu que não queria mais comer. Seu estômago já não roncava e não almejava alimentos, não os considerava nem ao menos saborosos, não conseguia comer.  Apenas o ato de aproximar algo de sua boca lhe causava náuseas. Dentro dela só subia uma mare de sentimentos negativos.

Sei que se tivesse vivido por mais um dia, talvez, tivesse tido uma de suas crises que acabavam com tentativas de suicídio e seu final seria trágico de qualquer forma. Mas, não.... Ela morreu de fome, meu caro.

 Ela poderia ter morrido há dois meses em um assalto malsucedido, poderia ter sido atropelada, já que atravessar ruas nunca foi o seu forte ou apenas o acaso poderia tê-la matado. Mas, não.... Ela morreu de fome diante da abundância de alimentos, morreu frente a comida mais saborosa desde a criação da Terra, tão saborosa, mas foi impedida de tocar.

Não comeu por quase duas semanas e não dormiu por cinco noites e PLAU. Uma noite após uma de suas constantes alucinações ela sentiu-se viva, como nunca antes, seu estômago gritou por ajuda pela última vez e sua cabeça atordoada concordou. As mais profundas dores de sua alma tornaram-se rasas e no segundo seguinte sua vida se esvaiu, levando consigo todas as coisas incríveis de uma vida que jamais será vivida, que jamais quis ser vivida. 

Sempre quis ser uma pessoa calorosa e ao me tornar uma entendi por que todo mundo almeja ser tão frio. O mundo é um lugar muito cruel para o amor, muito doloroso para quem insiste em ter um coração.

O problema dele é que sempre ia dormir água e acordava vinho. Vivia de ressaca e não estou falando de álcool, ressaca de tédio, ressaca de ego, dentro dele o conflito era tão grande que se expandia e afetada todo o mundo ao seu redor.
Se te disser que ele era simpático ou apenas melodramático estaria mentindo, era um narcisista que enjoou de se amar, e como sua capacidade era apenas ao amor próprio, não conseguia nem ser tolerável e nem merecia, ele nunca tentou.
O que mais me impressiona é que mesmo sendo uma mistura de tudo que há de ruim, ainda havia quem lhe procurava para lhe oferecer amor. Não sei se devia sentir pena ou rir, tentar ama-lo era tão difícil como encontrar a cura para o câncer. Ela está lá, pronta para ser descoberta, mas ninguém conseguiu manusear a fórmula perfeita e fazer a descoberta do século.

Pena que esse século e muito curto para decifra-lo.
Havia uma janela e dessa janela todo aquele mundo vazio e quebrado podia ser avistado, de norte a sul e de leste a oeste, não havia um ponto cego. Cego mesmo era a sua população que apenas aceitava as coisas como eram, uma cômoda doença havia afetado cada molécula dos seus 304 mil habitantes.
Ali não havia dias célebres, felicidade gera prejuízo. A cólera já não era o que mais doía, a morte era como o passar das estações, inevitável, o que doía mesmo eram os bolsos vazios. Amor de verdade, ali, só era ao lucro inconsistente.
Nesse mundo o vácuo era na alma, era ela quem se rastejava pelas suas vielas, era ela quem pedia esmolas nas esquinas, era ela quem não sabia que implorava amor aos corações de vidro.
E aquela janela, que era no prédio mais alto, na história da arquitetura do impossível, deveria refletir um reflexo humano, que já não era humano. O inumano era praxe, tão praxe que já era humano.
A alma que ela refletia era uma cela, os sonhos ali foram acorrentados na melhor corrente, forjada no melhor ferro, a sete cadeados invisíveis aos cegos.

Aos cegos habitantes que o forjaram, as cegas almas que se rastejavam pelas vielas e boieiros. Aos cegos que venderam suas almas e não passavam de corpos vazios.
Ele era toda a confusão que eu precisava em minha calmaria,
era toda tempestade que eu queria em meus dias ensolarados.
Ele era o caos que habitava em meu coração,
era o pandemônio que distorcia todas as minhas certezas.

Ele era esse, aquele, o outro,
era todos eles e não era nenhum deles.
Ele era amor, paixão
... uma história do verão.

Almejava cada centímetro do seu corpo,
mas temia o toque de suas mãos.
Era tanto, tanto, mas tão pouco.


Suas gargalhadas eram um som fatal para meu estomago,
fazia-me sentir frio eminente sobre 40 graus.
Cada segundo da personalidade instável que me ofereceu,
pareceu uma eternidade.
Mas o que era tempo, nesse sentimento atemporal.

Apesar de me fazer de durona, e dizer que não faço questão de amores, eu quero todos eles, quero alguém que se preocupe comigo. Digo que não ligo para o fato dos meus pais não se importarem ou não me amarem, mas me importo, sempre me importei, sempre doeu e tenho medo que talvez sempre vá doer.

Dizem que é um momento difícil quando você larga o aconchego do lar dos seus pais e tem que crescer, aí começa a valorizar sua casa e as pessoas que te criaram.  Bom, para começar se esse for o fato, acho que nunca estive em casa, cresci tão cedo que mal sei o que é ser imaturo, e o único aconchego que conheci foram dos estranhos amores que encontrei por aí.


Sei que o drama habita em mim, mas nem tudo se resume em minhas angustias, sempre doei todos os sorrisos, mas nunca aprendi sobre limites e de tanto doar acabei miseravelmente entre meus tormentos e assim perdi todos amores, mas assim também ganhei novos sorrisos, daqueles que, assim como eu, doaram cada pedaço de si. 

Odeio saber que o tempo passa e mesmo assim não me esqueço de pensar em você. Já tentei dar tempo ao tempo, mas não funcionou. Não consigo aceitar que talvez isso seja amor e que talvez tempo nenhum faça eu esquecer de me lembrar de você.
Adoro a bagunça que a minha vida se transformou depois que te encontrou, como perdi a noção do tempo e do espaço. Apesar de gostar tanto de ti, me assusto com a forma como você roubou todos os meus sentidos e como meu senso de direção foi para o espaço, assim como, a minha razão e aparentemente a gravidade que pairava em meus sentimentos.

Odeio escrever sobre o que sinto, sobre paixões, desilusões ou até mesmo o cotidiano, mas odeio ainda mais escrever sobre você, que me surpreende a cada segundo. Nunca encontrei alguém que fosse o seu sinônimo, pelo contrário, minha vida sempre foi repleta de seus antônimos, e até por isso, talvez, eu queira cada segundo do seu tempo para mim.


Eu sei, sou egoísta e não me orgulho disso, mas veja bem, quem não é? Se olhe bem e enxergue que já teve seus momentos e suas inseguranças. E mais uma vez eu te digo, fica! Mas se for para me fazer suplicar pode ir, posso aprender a me encontrar, mas por favor, se quiser, pode ficar. 
Sai para lá com seu egoísmo Gabriel, você deveria enxergar algo além do seu próprio bem. Sua mãe bem sabe de tudo que abriu mão para te dar uma vida melhor, a qual você nunca deu o mínimo valor.
Toma jeito moleque, deixa de ingratidão e lava pelo menos aquela louça do almoço de ontem, que ela lhe fez com tanto amor. Ela que acordou duas horas mais cedo, só para garantir que você vá se alimentar bem e tu ainda reclama, fala que comer comida é o caralho, só quer saber de lanche e encher a cara de besteira.

Vê se vira homem, toma jeito e devolve o respeito que seu professor te da achando que você é amor. Gabriel, desse jeito tu nunca vai deixar de ser resto, se orienta, vê se tira esse ray ban e visualiza que tem um mundo enorme além do seu umbigo, pois sendo assim por si só, nunca nem ao menos terá amigos.
Não acredito em coincidências, mas aparentemente o universo sempre coincidiu ao meu favor. Também não acredito em destino ou que o futuro está escrito em folhas de chá. Somos conclusões de nós mesmo, de nossas decisões, as boas e as más, e acho que desde o início não fui uma boa ação.

Não acredito que poderia mudar toda minha vida se tivesse parado por cinco minutos para tomar aquele café ou tivesse notado meu cadarço desamarrado. Sei bem que nó algum poderia mudar minha vida e laço nenhum faria do mundo um lugar melhor.

E quanto a todos as vezes que atropelei paixões desinibidas por aí, pode ser que seja apenas essa tal de lei da atração mostrando o seu lugar em meu mundo, dizendo que aqui pode ser um local melhor.

Há em mim uma sede inebriante por bagunça, um cabelo desgrenhado, uma poesia inacabada, uma camisa amassada, uma calça rasgada, um tênis surrado e até mesmo um sorriso meio torto. São as imperfeições que tornam a singularidade de cada um interessante, essas regras de tudo perfeitamente arrumado são cansativas e idiotas.

Se for viver não tema um destino, mas sim viva um milhão de possibilidades, se for para respirar que seja fundo e sem medo e se for para saltar que se seja de cabeça, mas só quem pula de olhos fechados são aqueles que não vem nada além da escuridão.


Já sentiu algo tão bom que não conseguia colocar em palavras? Já esteve tão bem que parecia impossível estar na realidade? Já teve esse sentimento de paz e euforia ao mesmo tempo, de uma forma tão boa que não quis compartilhar com ninguém, por medo dessa sensação acabar e ter de voltar para sua vida mundana? Acho que é mais ou menos sobre isso que se trata a felicidade.

Para ser sincera, mas sem perder meu jeito melodramático de ser, acho que nunca antes havia mergulhado nesse sentimento, eu que sempre o via passar, mas nunca andara junto dele. Agora, me sinto sobre efeito de drogas, afinal, esse sentimento é muito bom para ser apenas a mera e crua realidade.

Queria me permitir escrever mais sobre isso, como eu estou eufórica, como sinto vontade de correr e gritar, como perdi o sono para ficar sorrindo como uma boba, com eu fiz minha mãe me dar a honra de uma dança e como eu me perdi no tempo dançando sozinha (não, eu não estou apaixonada, sinto muito por te desapontar sem o clichê do romance).


Sai da janela, Gabriela.
Amanhã já é quinta, sexta
e depois vem o feriado.
E quem sabe? Talvez, na próxima semana
você se engane e viva por mais um mês.

Então quando for segunda-feira
ou sei lá... Você sabe!
Venha dezembro
e com ele novidade...
Você deixa de ter medo, deixa de brincar de morte
e viva de verdade.


Não sei dizer de onde ele veio, muito menos para onde ele foi. Ele apareceu numa fase que eu realmente precisava de "alguma forma estranha de amor" é engraçado dizer isso porque sei que ele nunca me amou, ele me curtiu por um tempo, apenas isso. 

Eu estava vazia e cansada dessas poças, elas não passam de resto de chuva, qualquer garoa é suficiente para preenchê-las. Porem comigo nunca funcionou assim, queria um oceano, mas não imaginava que iria me encontrar com o mar morto.

Nunca fui de muitas exigências, nem costumava confiar em ninguém, sempre tive uma facilidade iminente para conhecer e julgar as pessoas, porem com ele foi diferente, não conseguia saber nada sobre ele, mas tinha uma cede insaciável, queria saber cada detalhe. 

Ele tinha um cabelo grande e alvoroçado, era uma bagunça, assim como tudo que eu sabia e não sabia sobre ele, ele era uma eterna bagunça. 

Apaixonei-me, mas nunca o amei, foram três meses ou menos. Provavelmente eu nunca tive tantas duvidas e tão poucas respostas em uma pessoa só. Não podia exigir nada de uma pessoa com a vida mais conturbada que a minha, queria que as coisas tivessem terminado da melhor forma possível, mas nada acaba bem.

Cada segundo pareceu tempo demais e cada minuto pareceu tempo de menos. Agora não sei se devo agradecer ou culpar meu orgulho, eu não pude perdoar seu egoísmo e não pude abrir mão do meu. Antes de tudo começar, tudo acabou, pois sabíamos que não poderíamos ser egoístas juntos.

E hoje já não aceito mais essas poesias lúcidas, pois o real já não é mais o bastante. Venha-me com suas insanidades, venha-me com sonhos e desejos sem procedentes, venha-me com o inverso e o paralelo. Recuso-me a ler de agora em diante todo poema de amor dedicado na outrora de um entardecer, recuso-me a viver romances de paixões apagadas. E por favor, aceite esse meu pedido e venha embriagar-se de loucura comigo.


Acorda! Já passou da sua hora, sua juventude, sua adolescência, já passou! 

Você não cansa de ver a vida de todo mundo indo em frente, enquanto a sua é dominada pela solidão? Você sabe que a culpa é sua. Afinal, só pertence a si suas ilusões, ninguém pode te acordar desses sonhos inseguros e nas próximas viagens você deveria pagar a passagem, não esperar que a gratidão lhe mantenha, muito menos a compaixão.


Ela não merecia um premio por pensar antes de agir, pois apenas seguia a regra que para toda ação há uma reação e tinha medo de todas as reações que não podia prever. Apesar de parecer saber exatamente quem era e estar completamente acomodada, não sabia nem mesmo o que era se sentir bem ou estar bem, não conseguia nem falar seu endereço sem se perder e tinha medo de todas as duvidas e as verdades não absolutas. Sabia que deveria se encontrar, mas não antes de se perder e isso a aterrorizava, pois tinha medo de tudo que se perderia no caminho, alem de si. 

Apreciava os meios termos só quando não lhe envolviam. Considerava todas as perguntas e olhares invasivos e o amor quando a via sempre atravessava a avenida para não lhe encontrar. Ela não amava, nunca amara, nunca soube nada sobre nenhuma espécie de amor e nunca foi popular, nem foi filha e provavelmente jamais seria mãe ou amiga. 

Passava o dia se fazendo perguntas estúpidas e doando sorrisos a mendigos de afeto, apesar de nunca ganhar nada benevolente. Sua existência não passava de uma duvida, ninguém soube lhe dizer de onde veio ou para quê, se é que tinha alguma razão nesse todo. 

Não entendia as pessoas e suas vidas confusas, mesmo sendo a pessoa mais perdida no mundo. Apesar de ser importante não se importava, não tinha nem mesmo um nome, afinal não merecia um, não merecia nada e mesmo assim merecia tudo.
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Sobre Mim

Sonho em salvar almas despedaçadas como a minha, miro em casos perdidos e sou tão boa de queda quanto de cicatrização. Casada com a impaciência e melhor amiga da falta de atenção, tantos anos que não gosto de contar. Dona do português mais desafinado desse país e fã de poesia. Jornalista e nas horas vagas tiro foto do meu all star em todo canto de SP.

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