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Home Archive for janeiro 2013



                Em torno de minha vida tentei me matar diversas vezes, desde que ainda era uma criança até os dias de hoje. Talvez por covardia esteja vivo ou apenas eu não queira realmente morrer. Um dia desses me perguntaram, qual é a sensação de querer por um fim em minha vida. Na hora não soube responder, mas agora eu sei.
                Não quero morrer o tempo todo. As vezes consigo apreciar a vida, às vezes quero viver mais do que qualquer um, mas são em momentos tão raros. Se eu realmente fosse um suicida sei que já estaria morto há tempos. Sinto-me vazio. Quando vejo pessoas chorarem não sinto pena, quando vejo vidas esvanecerem não sinto pesar, quando pessoas me decepcionam eu não me sinto mal, não sinto dor, não sinto nada. Como se eu fosse algum tipo de brinquedo.
                Prefiro ficar sozinho para perder-me em devaneios, para não acabar trazendo ninguém para esse meu mundo, cheio de medo e ao mesmo tempo cheio de nada.
                Meu amor começou a se esvaziar ainda criança, quando implorava por amor. Amor dos meus pais ou ate mesmo um pouco de atenção, mas tudo foi em vão. Apenas continuei sendo o bastardo que atrapalhava a vida deles. Tempos depois consegui afeição de uma namorada, mas logo a mesma me deixou. Eu era uma pessoa carente, até mesmo o ar que meu pulmão exalava implorava por atenção.
                Sei que em algum lugar dentro de mim em meio a todo esse vazio tenho esperança de ter algum motivo pra continuar aqui, nem que seja por um momento. Estou sempre sozinho, estou sempre comigo, a maioria das pessoas e suas futilidades me enojam. Mas com a chegada de mais um ano estou prometendo me fazer diferente, tentar ser alguém a ser lembrado, viver ao menos um dia, deixar de ser apenas uma criança de pensamentos suicidas, para ser um adulto cheio de vida.
                Espero conseguir. Espero que consiga me superar, não me enforcar mais todas as noites até desmaiar, não cortar minha pele até a dor fazer lagrimas brotarem em meus olhos, não me encher de atos masoquistas para preencher ao menos um pouco do vazio que está aqui. O vazio que meus pais deixaram; o vazio que eu me permiti ter, o vazio que me cerca em todos os dias. Ele vai ir, vai deixar lugar para o cheio, vai deixar o lugar para alguma rotina.
                Sei que tudo isso não passa de desejos, por isso deixo aqui minhas ultimas angustias. Espero que alguém me ame por essas palavras vazias como eu. Espero que minha mãe chore no meu tumulo, como nunca chorou por mim. Espero que... Não, eu já não espero mais nada.


                Naquela vila antiga de Minas Gerais já não era novidade quando acontecia alguma coisa estranha, pessoas sumirem, vultos, casa mal assombrada, já não era mais nenhuma novidade.
                Mas numa noite foi diferente. Era uma cidade de passagem, a BR-116 a dividia em duas. Uma população com menos de 5 mil habitantes. A maioria ganhava a vida com hotéis baratos a beira da estrada.
                Gabriel e sua namorada Camila já estavam na estrada desde a noite passada, estavam vindo de São Paulo, querendo chegar a Salvador. Já eram para estar longe, mas tinha que parar a todo momento, em todos os postos, restaurantes, qualquer lugar que tivesse banheiro, afinal Camila estava grávida, estava avançando o sétimo mês de gestação e toda hora queria usar o banheiro.
                Vendo que já estava escurecendo Gabriel decidiu que passariam a noite no próximo Hotel que avistasse. Por coincidência, talvez até por obra do destino eles acabaram em nossa pequena cidade.
                No início Camila ficou encantada com a pequena cidade. Mas assim que se hospedaram no hotel ela começou a sentir medo. Era um hotel mau acabado de beira de estrada, uma construção bem antiga, se as luzes do mesmo não estivessem acesas iria parecer abandonado. Eles ficaram com o quarto numero 7, a mobília era extremamente simples e antiga,  o chão, a porta e a janela rangiam juntos.
                Gabriel chegou perto da janela e observou.
- Deveríamos ter pego um quarto com uma vista melhor, desse aqui só da pra ver mato – ele bufou.
- Está bom aqui, só quero dormir estou exausta – do jeito que estava ela se deitou na cama e Gabriel a acompanhou.
- Você percebeu, só há cinco quartos aqui 1,2,3,4 e 7, o 4 fica ali nos fundos. Achei estranho, será que tem algum motivo?
- Não deve ser nada.
- Mais uma coisa, você não acha que esse lugar lembra filmes de terror, aqueles de adolescentes...
-Não, não acho – ela se levantou com dificuldade, por causa da barriga – vou dormir e se fosse você faria o mesmo.
                Ambos trocaram de roupa e voltaram para cama. Ainda eram oito horas e Gabriel não conseguia dormir, ao contrario de Camila que desmaiou. Apesar de ter dirigido o dia todo, ter aguentado as mudanças de humor de sua namorada e estar extremamente cansado, ele não conseguia dormir. Na verdade alguma coisa em seu subconsciente o impedia. Depois de horas na escuridão finalmente adormeceu.

                Ele estava em pé em um corredor, porta numero 7 a sua direita e a frente estava o quarto numero 4. Alguém batia na porta, de dentro para fora, como se quisesse sair, então ele foi chegando mais próximo do quarto, quando finalmente colocou a mão na maçaneta e estava abrindo a porta...

 - Gabriel... Gabriel...
                Ele acordou ao ouvir o som da voz de sua amada.
 - Droga Camila você me acordou na melhor parte do sonho.
- Você também me acordou, você estava gemendo e está todo suado. Parecia que estava tendo um pesadelo.
-Foda-se, odeio ficar curioso – ele levantou e se dirigiu a porta.
- Gabriel, não quero ficar aqui sozinha...
- Vou fumar um cigarro e já volto – disse ele depositando um beijo na testa da garota e saindo do quarto.
                Quando ele saiu do quarto olhou para a porta numero 4 e foi até lá e a abriu. Entrou mas não havia nada de interessante lá a não ser algumas roupas velhas jogadas no chão. Era muito escuro somente com a luz do isqueiro ele enxergou um pouco, se surpreendeu com um quadro extremamente grande e vazio que estava pendurado na parede, apenas um fundo negro com moldura. Bufou e saiu do quarto deixando a porta entreaberta.
                Gabriel estava frente ao hotel no seu quinto cigarro observando a estrada quando viu um vulto negro chegando perto de si. Era um cão negro, com olhos vermelhos que brilhavam na escuridão. O cão pousou o olhar sobre Gabriel. Um olhar cheio de ódio e começou a latir, quando ouviu o latido seu corpo estremeceu e ele caiu no chão, ele estava com medo. Então ouviu um grito. Camila.
                O cão negro havia sumido, ele correu até o quarto, mas antes de abrir a porta notou que o quarto numero 4 não estava como ele havia deixado, a porta estava escancarada. Ele pensou ter visto um vulto passando dentro do quarto, estava indo em direção ao numero 4, mas se lembrou de Camila. Engoliu seco e abriu entrou em seu quarto, onde havia um silencio ensurdecedor.
- Camila? – não houve resposta, tentou acender a luz em vão. Andou em direção a cama onde  podia ver a fisionomia de alguém sentado – Amor? Por que você gritou? – ele acendeu o isqueiro e a viu.
                Ele viu os olhos da sua amada brancos e sem vida, o lençol que cobria seu corpo estava ensopado de sangue e instintivamente ele o puxou. A barriga de Camila estava dessecada. Havia marcas como se algo tivesse saído de lá a força. Seu filho? O cheiro de sangue estava deixando-o enjoado.
                Ele ficou ali parado em estado de choque, só acordou quando viu o corpo de sua amada deixando o local na manha seguinte.  Sentiu o aço frio em seus pulsos, algemas. Indagou por que e a resposta foi realmente decepcionante.
- Você matou a garota friamente e Deus sabe o que você fez com a criança. Ainda quer mais motivos? – levou uma punhalada nas costas de outro policial – você está ferrado vagabundo.
                Ele olhou para suas mãos que estavam cheias de sangue em suas unhas havia pele, pele humana. Olhou para onde havia visto Camila pela ultima vez, notou que na parede acima da cama estava escrito com sangue “aqui está a melhor parte do seu sonho”.


                Hoje em dia as pessoas me veem e pensam que eu sou só mais um garoto rico e mimado. Acreditam que sou mais um sem uma historia. Eu estudo em escolar particular, sou um garoto de sorte, sou atrapalhado, sou desengonçado, sou um garoto de rua, mas quando digo isso ninguém acredita.
                Minha mãe, bem ela não é minha mãe realmente, mas é como se fosse. Minha verdadeira mãe me trocou com um traficante por umas pedras de crack. Eu tinha apenas cinco anos.
                Ele me levou com ele parar morar em um barraco. Foi a primeira vez em que dormi debaixo de um teto, me senti assustado, morava na rua, dormia contando as estrelas.
                Desde sempre me ensinaram a roubar,  aos dez anos o cara que cuidava de mim me entregou uma arma e me ensinou sua profissão. Era o começo de uma criança sem futuro.  
                Aos doze minhas pipas já não voavam no céu. E num dia lindo e ensolarado pela primeira vez roubei a vida de um endividando. Aos 14 ganhei minha bocada, mas pedi para sair daquela vida. Queria ser um pouco normal ir à escola, como um garoto comum. Mas se aquele lugar largasse já era premeditada minha morte.
                O dia da minha liberdade chegou, outros traficantes invadiram a favela. Apesar de muitas vidas roubadas vi nisso uma oportunidade para fugir. Junto do traficante que me comprou desapareci daquele lugar. Logo no começo descobri que ter uma vida honesta é mais difícil do que parece. Ao menos vendendo drogas eu tinha um teto para dormir e comida para comer, agora nem isso tenho.
                Acabei sozinho pedindo no farol, os caras que já me conheciam zombavam de mim e pediam para eu voltar. Por muitas vezes quase aceitei.
                Um dia enquanto trabalhava no farol fui preso, disseram que a culpa era do meu passado, acabei aceitando. Na delegacia contei minha historia para o delegado, ele não se importou com a mesma, porem ele a passou para uma senhora. A senhora que mudou minha vida.
                Sem motivos ela retirou a queixa. Pegou em minhas mãos enquanto chorava. Pediu que eu a acompanhasse até sua casa. Ela era rica, olhou para mim e contou a sua história, disse que havia perdido seu filho para as drogas, eu era o traficante com quem ele tinha contato. Ele havia morrido em um tiroteio na favela. Para ela meus olhos eram como os dele.
                Ela me adotou de papel passado, me fez ser seu filho e hoje eu estudo como qualquer garoto normal. Ela trocou meus trapos por roupas, minha pobreza por carinho e minha revolta por esperança. Bem... Ela tentava tirar algo bom de tudo.  Meu sonho é tirar as pessoas dessa vida assim como ela me tirou.
                A um ano procurava minha mãe biológica e ontem descobri que ela está morta já fazem quase 12 anos. Ela se matou num pequeno momento de lucidez quando notou que havia perdido seu filho. Ao menos foi o que me disseram. Preferia que ela estivesse viva, minhas lembranças dela são tão vagas, uma mulher ossuda segurando minha mão é tudo que tenho.
                Meu sonho é que o mundo mude, para que não existam mais crianças como eu. O mundo precisa de mais mães como a mãe que eu tenho agora. Ao invés de ficar parado com pena, ao invés de ter preconceito e chamar de vagabundo; lembre-se que todos tem uma história, mas nem todos tem uma mãe para confortar quando se tem pesadelos.


                Eu senti ódio, como nunca havia sentido antes, vomitei diversas vezes, mas já era tarde, tudo estava feito.
                Ela era minha mãe devia me amar, mas nunca foi bem assim. Desde o principio eu fui o plano de uma mercenária e meu pai foi a vitima. Para dizer a verdade ele nem era tão rico assim, mas era o suficiente para ter sido dominado pela ganância.
                Uma gravidez proposital, um casamento obrigado e finalmente eu. A criança rejeitada. Eles realmente não me amavam.
                Quando nasci meu pai me odiou, ele não me queria, não queria uma filha para gastar seu dinheiro. Porém para minha mãe foi uma festa, sua vida estava garantida. Para mim? Foi apenas o inicio do inferno.
                Meus pais brigavam muito e me batiam como se eu fosse a culpada por seus pecados. Afinal uma surra é mais barato do que um divórcio.
                Sendo filha de empresário sempre estudei nas melhores escolas, me consideravam um gênio psicótico. Nunca fiz um amigo sequer. Nem mesmo o cachorro que ganhei em meu aniversario gostava de mim. Eu tinha seis anos, ele era um cachorro comum, seu nome era “Dilúvio”, sem motivo ele me atacou, então eu o decapitei. E assim se iniciou. O matei e senti prazer nisso. Sua carne macia se desfazendo, seus ossos em minhas mãos, nunca havia me sentido tão bem. Um tempo depois acabei descobrindo que o cachorro era uma forma do meu pai se livrar de mim e ter a chance de se livrar da desgraçada da minha mãe.
                Quando matei o “Dilúvio” apanhei como nunca antes. Fui punida por não ter morrido. Vi isso nos olhos do meu pai e por mais sem sentido que fosse notei que era também o que minha mãe queria. Mas continuei viva.
                Decapitei todos os animais de estimação que tive desde então, hamsters, pássaros, cachorros, gatos e etc. Era a única coisa que me fazia bem. Guardava-os em vidros no porão, aonde ninguém nunca ia. Apenas eu quando não me sentia bem, ia lá e ao ver aqueles animais mutilados me sentia melhor.
                Ontem pedi para meu pai mais um cachorro, alegando como sempre que o anterior havia fugido. Ele me bateu, me espancou e disse que eu apenas pensava em seu dinheiro. Então percebi que aqueles anos matando animais finalmente me seriam úteis.
                Quando ele cansou de me bater arranquei um canivete do meu bolso e o atingi várias e várias vezes. A cada grito que ele dava eu sentia mais prazer. Esperei minha mãe chegar e fiz o mesmo com ela. Tirei os olhos de cada um dos cadáveres, coloquei-os em meus bolsos e sai de casa. Sai como sempre imaginei. Eles não existiam mais, eles não iriam mais atrapalhar minha felicidade. Havia visto seus últimos suspiros, e o medo deixar seus olhos. Sim eu finalmente estava livre deles.
                Antes que pudesse desfrutar minha liberdade, ouvi a sirene. Provavelmente algum vizinho havia ouvido os gritos. Ouvi um estrondo, “um tiro?”, senti meu peito queimar e vi a escuridão chegando. Por fim adormeci.
                Quando acordei notei que onde antes estavam meus olhos, agora há apenas dois buracos vazios. Medo. Senti medo, meus pais estariam vivos? Eles teriam se vingando? Não, seria impossível...
                - Até que enfim você acordou pequena. Está com medo? – ouvi uma risada diabólica, e a cada segundo no escuro meu medo se multiplicava – Você roubou a vida dos seus pais e eu roubei seu dom de enxergar. Não tenha medo pequena. Felizmente para você isso ainda não é o inferno.
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Sobre Mim

Sonho em salvar almas despedaçadas como a minha, miro em casos perdidos e sou tão boa de queda quanto de cicatrização. Casada com a impaciência e melhor amiga da falta de atenção, tantos anos que não gosto de contar. Dona do português mais desafinado desse país e fã de poesia. Jornalista e nas horas vagas tiro foto do meu all star em todo canto de SP.

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