Ele era toda a confusão que eu precisava em minha calmaria,
era toda tempestade que eu queria em meus dias ensolarados.
Ele era o caos que habitava em meu coração,
era o pandemônio que distorcia todas as minhas certezas.
era toda tempestade que eu queria em meus dias ensolarados.
Ele era o caos que habitava em meu coração,
era o pandemônio que distorcia todas as minhas certezas.
Ele era esse, aquele, o outro,
era todos eles e não era nenhum deles.
Ele era amor, paixão
... uma história do verão.
era todos eles e não era nenhum deles.
Ele era amor, paixão
... uma história do verão.
Almejava cada centÃmetro do seu corpo,
mas temia o toque de suas mãos.
Era tanto, tanto, mas tão pouco.
mas temia o toque de suas mãos.
Era tanto, tanto, mas tão pouco.
Suas gargalhadas eram um som fatal para meu estomago,
fazia-me sentir frio eminente sobre 40 graus.
Cada segundo da personalidade instável que me ofereceu,
pareceu uma eternidade.
Mas o que era tempo, nesse sentimento atemporal.
fazia-me sentir frio eminente sobre 40 graus.
Cada segundo da personalidade instável que me ofereceu,
pareceu uma eternidade.
Mas o que era tempo, nesse sentimento atemporal.
Sobre o Autor
Andressa Pontes: Sonho em salvar almas despedaçadas como a minha, miro em casos perdidos e sou tão boa de queda quanto de cicatrização. Casada com a impaciência e melhor amiga da falta de atenção, tantos anos que não gosto de contar. Dona do português mais desafinado desse paÃs e fã de poesia. Jornalista e nas horas vagas tiro foto do meu all star em todo canto de SP.
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